O Museu Nacional da República, em Brasília, inaugurou nesta semana uma exposição de prestígio internacional fruto da parceria entre o Sesc-DF e a Fundação Bienal de São Paulo. A mostra traz para a capital federal um recorte exclusivo da 35ª Bienal de São Paulo – “Coreografias do Impossível”, democratizando o acesso a uma das produções artísticas mais relevantes do mundo.
A iniciativa faz parte do programa de itinerâncias da Bienal, que busca levar as obras além do pavilhão do Ibirapuera, em São Paulo. Em Brasília, a exposição conta com o apoio institucional do Sesc-DF, reforçando o compromisso da entidade com o fomento à cultura e a educação estética do trabalhador do comércio e da comunidade local.
O conceito: “Coreografias do Impossível”
A curadoria, composta por Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, propõe uma reflexão sobre como artistas de diferentes origens geográficas e sociais criam estratégias para enfrentar e transformar realidades consideradas impossíveis. A exposição explora temas como resistência, ancestralidade e as dinâmicas de poder através de instalações, vídeos e pinturas.
A escolha do Museu Nacional da República como sede não é por acaso. A arquitetura de Oscar Niemeyer dialoga com a grandiosidade das obras selecionadas, criando uma experiência imersiva para o visitante.
Informações de serviço para o público:
- Local: Museu Nacional da República (Esplanada dos Ministérios, Brasília).
- Entrada: Gratuita.
- Horário de visitação: Terça a domingo, das 9h às 18h30.
- Classificação: Livre.
Impacto cultural e social
Para o Sesc-DF, a realização da mostra em Brasília consolida a cidade como um polo receptor de grandes circuitos artísticos globais. Além da exibição das obras, o projeto prevê ações educativas e visitas mediadas, focadas em estudantes da rede pública e frequentadores das unidades do Sesc, ampliando o impacto social da parceria.
A exposição segue em cartaz com a expectativa de atrair milhares de visitantes, reafirmando a importância da colaboração entre instituições privadas e equipamentos públicos de cultura para o fortalecimento do cenário artístico nacional.





