Em um anúncio polêmico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que os EUA assumirão o controle das vendas de petróleo venezuelano por tempo indefinido, com empresas americanas investindo na revitalização da indústria. Essa medida vem após a operação militar que capturou Nicolás Maduro em janeiro de 2026.
Operação Militar Audaciosa
No dia 3 de janeiro de 2026, forças especiais americanas realizaram uma raid em Caracas, capturando Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
A ação, batizada de Operation Absolute Resolve, envolveu mais de 150 aeronaves e neutralizou defesas aéreas venezuelanas, Maduro foi levado para Nova York, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas. Trump justificou a intervenção como necessária para combater o crime organizado e restaurar a estabilidade no país, que possui as maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo.
Controle Americano sobre o Petróleo Venezuelano
Trump anunciou que os EUA controlarão as exportações de petróleo da Venezuela indefinidamente, com receitas depositadas em contas americanas para beneficiar ambos os povos. Inicialmente, a Venezuela entregará entre 30 e 50 milhões de barris de crude, vendidos no mercado global. Empresas dos EUA, como Exxon Mobil e Chevron, são incentivadas a investir bilhões para reconstruir a infraestrutura deteriorada, que produz atualmente cerca de 1 milhão de barris por dia bem abaixo do potencial.
O secretário de Energia, Chris Wright, enfatizou que esse controle visa revitalizar a indústria e excluir influências estrangeiras, como China e Rússia.
Reações Internacionais e Críticas ao Imperialismo
A medida gerou condenações globais, com acusações de imperialismo yankee por parte de governos como Cuba, China e Rússia. Analistas comparam a intervenção a ações históricas na América Latina, alertando para riscos de instabilidade prolongada. No entanto, Trump defendeu que a ação promove prosperidade e segurança no Hemisfério Ocidental, cortando laços venezuelanos com adversários dos EUA.
Implicações Econômicas e Futuro da Venezuela
Com reservas estimadas em centenas de bilhões de barris, a Venezuela poderia se tornar um gigante energético novamente sob investimento americano. No entanto, desafios incluem infraestrutura decadente, riscos políticos e queda nos preços globais do petróleo. Trump indicou que o controle pode durar vários anos, até uma “transição segura”. Essa estratégia reforça a dominância energética dos EUA e pode impactar o mercado global, reduzindo suprimentos para a China.



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