I.A. liberada para propaganda eleitoral e a criação de eleitores sintéticos.

I.A na política
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Como ferramenta, pode auxiliar e impactar as campanhas eleitorais nas eleições de outubro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu novas regras para uso de tecnologia durante a campanha eleitoral, para as eleições de outubro deste ano. A Justiça Eleitoral autorizou o uso da Inteligência Artificial para a criação de propaganda eleitoral com a ferramenta para as eleições deste ano.

Vale ressaltar que a propaganda eleitoral na internet começa a partir do dia 16 de agosto, e até 15 de agosto, é proibido o pedido explícito por voto. Nas regras aprovadas para o uso da I.A. para criar propaganda eleitoral no pleito deste ano, o candidato pode produzir o material e divulgá-lo, desde que identifique que este foi elaborado com o uso da tecnologia.

Segundo as regras definidas pela Justiça Eleitoral, a ferramenta vai poder ser utilizada até 72 horas antes, ou seja, três dias antes do pleito, e a criação de qualquer conteúdo após 24h das eleições, como maneira de proteger o eleitor, é proibida. Para garantir a lisura não apenas do pleito, mas também das propagandas eleitorais, os Tribunais Eleitorais podem firmar parcerias com órgãos especializados e universidades para identificar que o material foi manipulado com o uso da tecnologia.

Eleitores Sintéticos

A I.A. não é usada apenas para a criação de propagandas eleitorais, mas também a produzir o que se chama hoje de eleitores sintéticos. De que maneira isso é feito? Por meio de uma nanosegmentação e com ferramentas que permitem monitorar em tempo real os discursos dos candidatos e para que eles alcancem os eleitores específicos com agilidade.

Um dos problemas encontrados recentemente é que a I.A. tem “bajulado” o eleitor, ou seja, concordado com a opinião do leitor, em vez de dar outro tipo de informação. Outro ponto é que agora os candidatos podem economizar até mesmo nas campanhas eleitorais. Ou simular grupos específicos para fazer a pesquisa e criar os eleitores sintéticos, como uma maneira de testar os discursos e estratégias de forma instantânea e limitada.

O que vai permitir uma precisão garantida do alvo e, com a ferramenta de “social listening”, vai permitir aos estrategistas monitorar a sentimentalização das redes em segundos. E possibilitar que os marqueiteiros ajustem o tom para ser mais irônico ou mais agressivo, de acordo com a resposta do público. 

O CEO da Porfírio Tech, Guilherme Porfírio, especialista em tecnologia, expert em Inteligência Artificial (I.A.), Ciência de Dados e Inteligência Estratégica Pode responder aos questionamentos sobre como a Inteligência Artificial é capaz de impactar tanto positiva quanto negativamente durante as eleições deste ano, principalmente com o seu uso na propaganda eleitoral.

Além da análise das notícias e engajamento nas redes sociais, por meio de comentários e likes que os candidatos vão conseguir analisar com o uso da ferramenta e insights imediatos sobre o eleitorado.

Hélio Lemes

62 99814 – 5612

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